•junho 17, 2009 • Deixe um comentário

Jacob Nielsen é bastante polêmico no mundo da usabilidade e acessibilidade, mas as suas 10 “regras”, embora feitas a um certo tempo atrás continuam atuais e sendo usadas até o dia de hoje. Com estas regras, é possível desenvolver um projeto que entretenha e proporcione principalmente segurança e sensação de controle ao usuário, além de é claro, oferecer um conteúdo interessante e completo, de acordo com o tema abordado.

Considero como principais e indispensáveis para a construção de um bom e eficiente projeto web os seguintes tópicos:

 

 1. Visibilidade de Status do Sistema: Feedback instantâneo ao usuário, posicionando-o dentro do website.

2.Relacionamento entre a interface do sistema e o mundo real:

 Não utilizar termos técnicos dentro de sua página e sim uma linguagem de fácil entendimento, focada em seu público alvo.

7. Flexibilidade e eficiência de uso:

O sistema precisa ser fácil para usuários leigos, mas flexível o bastante para se tornar ágil à usuários avançados. Uma opção é utilizar também como ferramentas de navegação teclas de atalho por exemplo.

8. Estética e design minimalista:

Vá direto ao ponto. Seja objetivo e cite apenas o que o usuário precisa saber.

10. Ajuda e documentação:

Desenvolvimento de um bom conjunto de ajuda para oferecer ao usuário, caso o mesmo sinta ou tenha a necessidade, embora deva-se evitar ao máximo o uso deste material, utilizando uma interface descomplicada e sem ou com o mínimo de erros possíveis.

 

Na minha opinião, estes são os princípios básicos para o desenvolvimento de um projeto web eficaz, que através de seu projeto consegue passar todas as informações desejadas sem que haja nenhum tipo de dificuldade para qualquer usuário, seja ele leigo ou experiente.

Referências:

 Nielsen, Jakob (1994). Usability Engineering. Academic Press.

Nielsen, Jakob. Ten Usability Heuristics. Internet:

 http://www.useit.com/papers/heuristic/heuristic_list.html

Nielsen, Jakob (Abril 2000).

Alertbox: Reset and Cancel Buttons. Internet:

http://www.useit.com/alertbox/20000416.html

Giuliano Guglielmi – 4º semestre DMD

•junho 16, 2009 • 1 Comentário

Projeto desenvolvido para a aula de linguagem visual.

Paper Toy

Giuliano - Paper Toy

HEURISTICAS DE NIELSEN

•junho 11, 2009 • Deixe um comentário

Antes de lêem o que penso sobre as heurísticas de Nielsen, peço que dêem uma lida no texto http://www.usabilidoido.com.br/as_10_heuristicas_de_nielsen_.html para compreender melhor o assunto aqui tratado.

No texto Nielsen trata de 10 assuntos que são essenciais para um usuário/interator navegar e interagir com site na web de forma clara, rápida e interessante, para que assim atinja seu objetivo da melhor maneira possível.
Constatando de nosso ponto de vista ao tema tratado podemos dizer que o que Nielsen diz é sim algo relevante para uma boa navegação, afinal de contas nenhum usuário suporta visitar um site onde não há nada de interessante tanto em quesito de conteúdo quanto em quesito de informações ali contidas, ou então visitar algum site onde tenha links “quebrados” e outros tipos de erros.
Podemos dizer que diversos detalhes fazem um site deixar de ser apenas algo informativo e sem graça passando a ser algo diferente e interator tornando-se assim mais interessante e porque não, divertido.  A partir do momento que o interator visita a pagina e ela tem algo diferente das outras, ele pode até não se interessar pelo assunto ali tratado, mas não temos dúvidas que ele irá navegar pelo site para conhecer a interface e claro irá indicá-lo a outros usuários, dessa forma divulgando a “marca”.
Algumas heurísticas que Nielsen trata nos chamou uma atenção especial, claro que todas são importantes mas damos destaques para as de números 2, 5 e 7, falaremos delas com mais detalhes abaixo.

FALAR A LINGUAGEM DO USUÁRIO
Quando você entra em um site de compras on-line, por exemplo o SUBMARINO, e você está interessado em comprar um DVD de esportes, qual seção você irá procurar este filme? FILMES-DVD ou ESPORTES?
Ora é claro que a busca será feita no setor de filmes, mas imagine você que se o site não tivesse uma arquitetura correta e este filme ficasse no setor de esportes, você iria demorar muito mais tempo para imaginar isso e encontrá-lo, se é que conseguiria encontrá-lo pois um usuário raramente iria imaginar que um filme de esportes ficaria em uma seção de esportes ao invés de no setor de filmes.
O “falar a linguagem do usuário” trata basicamente disso, imaginar qual o caminho o usuário irá seguir para atingir seu objetivo.

PREVENIR ERROS
Imagine você que é fã de alguma banda de outro país, e essa banda fará um show em sua cidade num único dia, você entra no site da banda para verificar a agenda de shows, e de repente quando você clica no link da agenda aparece a seguinte mensagem “The Website Cannot Be Found”, nossa que decepção não é mesmo?
Erros acontecem, porém temos que evitá-los ao máximo de ocorrerem.

ATALHOS
Eles são importantes, mas devemos nos lembrar que nem todos os usuários sabem utilizá-los.
Atalhos são importantes para que o usuario economize tempo e chegue mais rapido ao seu objetivo, podemos citar alguns deles como links, hipertexto, etc.

Citamos aqui apenas três das dez análises heurísticas tratadas por Nielsen, lêem o texto que está no link passado e comentem sobre elas, vamos criar uma discussão com base em nossa e na opnião de vocês.

Artur Oliveira.

Usabilidade e Acessibilidade

•junho 11, 2009 • Deixe um comentário

Usabilidade

Usabilidade é o mesmo facilidade de uso. Quando há facilidade de uso, os usuário tem maior chance de memorização de aprendizado, memorização e menos possibilidade de erros.

Historicamente o termo usabilidade é derivado de ergonomia voltada para interfaces computacionais, más com o tempo acabou se difundindo para outras aplicações.

A usabilidade pode ajudar pessoas de diversas condições e restrições relativas de uso.

Ex.: O mouse facilita o uso da navegação (depende de quem estamos falando).

Uma TrackBall pode ser mais fácil de usar para quem tem dificuldades motoras.

A interface ideal é aquela que supre as necessidades de seus usuários.

Fonte: http://usabilidoido.com.br/afinal_o_que_e_usabilidade.html

 A usabilidade é o termo usado para definir a facilidade que as pessoas podem empregar para realizar uma atividade ou manipular um determinado objeto e/ou ferramenta.

Em geral, a usabilidade é uma maneira de simplificar, compreender e executar uma ferramenta e/ou objeto.

Quando se fala de usabilidade hoje, logo se pensa em computadores, más não é só nisso que se emprega. Ela se emprega em todas as formas de uso.

Em suma, sempre que for mais fácil entender será mais fácil manipular um determinado objeto/ferramenta.

 

 Acessibilidade

 Acessibilidade não apenas facilitar o uso de um certo produto/ferramenta aos deficientes físicos. É na verdade facilitar esse uso todos os usuários em todos os lugares nas mais diferentes categorias de usuários de qualquer população.

Significa tornar acessível o produto ou lugar às pessoas se utilizam desse produto ou lugar.

    

Usabilidade e Acessibilidade caminham juntos

 O poder da Web está na universalidade, ou seja, é pensar numa criação possam ser acessível e simples de usar para todos os tipos de seres humanos com as mais diversas limitações e também sem limitações.

Somente com a sensibilidade dos usuários, é que um profissional da web se torna eficiente na criação de uma ferramenta para outros usarem. Sem a atenção  aos diversos tipos de limitação dos outros, não é possível  desenvolver se quer uma única página coerente no que diz respeito a aplicação da linguagem visual e de outros tipos de linguagens, no intuito de divulgar informações com a eficácia necessária nos tempos atuais.

Para mim, criar um site sem organização na disposição das informações, não levando em conta acessibilidade e usabilidade, é o mesmo que recortar palavras e jogá-las sem critérios em cima de uma mesa molhada, ou seja, tem o menor sentido.     

Marcelo Vicente.

VAMOS VOLTAR NO TEMPO PARA BRINCAR??? – UM POUCO SOBRE “PINHOLE”

•junho 6, 2009 • Deixe um comentário

Hoje damos tanta importância às novas tendências da fotografia digital e esquecemos que um dos maiores prazeres da fotografia é feita de qualquer material que se possa vedar, sem custar às inúmeras cifras que assustam nosso bolso. O resultado desse baixo custo somado a criatividade são fotos com poesia que você nunca verá igual. A essa técnica damos o nome de Pinhole (lê-se Pinrôu).

Preparando o terreno.
Acho que todas as escolas e livros que se propõe dar um curso sobre fotografia deveria começar pela Pinhole. Ela nos remete aos primórdios da fotografia, onde você tem a chance de aprender como a imagem se forma através da luz.
Leonardo Da Vinci que foi um gênio da pintura e estudou de diversas ciências, examinou o fenômeno da câmara escura e demonstrou que a mesma poderia (pode) ser usada para desenho.
A partir da Pinhole foi colocada uma lente biconvexa no lugar do furo. Sendo que a fotografia foi evoluindo até chegar câmeras digitais que vemos hoje.

Sobre a Pinhole.
Pinhole é um termo inglês que significa “buraco de agulha”. É uma câmera sem objetiva. Ela é construída a partir de um espaço todo vedado, possuindo apenas pequeno orifício por onde a luz passa, dando origem a imagem.
O diferencial da Pinhole está em sua ótica. A imagem feita pela mesma tem uma profundidade de campo infinita, dando um foco suave em todos os planos da imagem.
Qualquer objeto/espaço que possa ser vedado serve como câmara escura: caixas, latas, garrafas ou até mesmo seu quarto. É preciso apenas de um espaço (furo – feito pela agulha) para que a luz passe dando origem à foto.

Construindo uma Pinhole.
Material necessário:
- Agulha (ou um espinho).
- Tesoura.
- Fita adesiva (Durex, Crepe, Isolante)
- Papel alumínio.
- Algo para furar o corpo da sua câmera (furadeira, tesoura, estilete, etc.)
- O corpo da câmera: para escolher sua câmera é necessário que o corpo dela tenha tampa e possa ser vedado. Pode ser uma caixa (madeira, plástico, papelão), lata, etc.

No exemplo que vou usar escolhi uma lata (de leite Ninho 400g).

Passo 1:
Após escolher o corpo é necessário que se pinte o interior do mesmo com tinta (preto-fosco). Ou forrar com papel cartão (preto-fosco).
No exemplo vou pintar, pois fica meio chato fazer o desenho de um forro feito com papel cartão.

Passo 2:
Faça um furo do tamanho de uma moeda de 5 centavos em sua lata.

Passo 3:
Pegue o papel alumínio e faça um recorte cerca de 4x4cm (ele precisa ser maior que o furo feito na câmera, e que dê suporte a fita adesiva).
Pegue esse pedaço de papel alumínio e com a fita adesiva cole-o na lata, tampando o buraco feito anteriormente.
obs: deixe o papel alumínio de modo que o buraco da lata fique posicionado no centro do mesmo.

Passo 4:
É hora de fazer o furo. Faça com cuidado (no centro do papel alumínio).
Para saber qual o tamanho ideal do furo eu estou tentando disponibilizar um programa que faz o calculo do tamanho que o furo precisa ter (mas o rapidshare nao tá muito afim de papo, depois eu coloco).

Para essa lata que estou usando o furo ideal precisa ter em torno de 0,2 mm e 1 mm.
obs1: quanto menor a distancia entre o furo e o local na lata onde vai ficar o papel fotográfico (ou filme), menor será o furo.
obs2: algumas pessoas costumam usar uma lixa bem fina para tirar as rebarbas ao redor do furo feito pela agulha no papel alumínio.

Passo 5:
Agora você precisa construir o obturador da sua câmera. Pra isso você pode usar fita isolante ou construir uma espécie de janela (vale a criatividade).
obs: é preciso que a parte do obturador que vá ficar em contato com o furo seja preto e que não deixe passar luz pelos lados.

Na hora de fazer a foto você posiciona a camera e retira (ou puxa, empurra, sei lá, dependendo do mecanismo que você inventou) o obturador para a luz começar a entrar. Após o tempo desejado de exposição você coloca o mesmo (sem mover a camera).
Por exemplo: Digamos que no meu exemplo, como obturado eu use uma fita isolante. Então eu tenho que coloca-la de modo que vede a passagem de luz pelo furo da agulha, e só retiro na hora da foto. Depois da foto eu coloco a fita isolante e levo para sala escura e lá retiro o filme ou papel fotografico.

Passo 6:
Sua Pinhole está quase pronta. Só é preciso testá-la.
Coloque o papel fotográfico ou o filme dentro dela. Leve para um local onde o sol bata de forma direta e deixe-a por cerca de 3 minutos (não retire o obturador).
Esse teste serve para ver se está entrando luz em sua câmera.
Ao revelar o filme ou papel fotográfico é preciso que os mesmos apresentem resultados de quem não recebeu luz alguma. Se o filme ou papel fotográfico apresentaram indícios de quem recebeu alguma luz, é preciso que você faça a devida manutenção na mesma. Caso não tenha recebido luz alguma, ela está pronta!

O que você vai perceber é que dependendo do resultado que você queira, é preciso de uma determinada câmera construída com um determinado corpo que vai gerar fotos com características próprias.
Em 2005 quando participamos do Pinhole Day, a câmera da minha namorada tinha 4 furos (as imagens ficavam sobrepostas na parte que as dividia). O efeito era ótimo.
A forma como o papel é colocado na lata também influencia no resultado.
Colocando dessa forma (figura abaixo) a foto fica com estilo de grande-angular.

Na imagem acima é possível observar que o papel fotográfico ou filme deve ficar no lado oposto ao do furo.

Considerações sobre tempos de exposição.
As fotos com uma pinhole geralmente tem um exposição prolongada. Por isso, a importância da mesma estar em um local firme.
Dificilmente você chega ao resultado ideal logo nas primeiras fotos. Vá alternando os tempos da exposição para mais ou para menos.
Quanto maior a câmera ou quanto maior a distância do furo pro papel fotográfico ou filme, maior deve ser o tempo de exposição.
O tempo de exposição também está relacionado à quantidade de luz da cena que queremos fotografar.
Imagens noturnas necessitam de vários minutos de exposição.
O tempo de exposição do filme é muito menor que o tempo de exposição do papel fotográfico.
Esteja sempre atento, pois a cada instante a luz muda.

A Pinhole passa a ser um exercício muito importante a partir do ponto em que você precisa ter um olhar sensível a luz, pois é observado a mesma que você vai saber o tempo de exposição ideal, sem pra isso você perca algumas fotos.

Existe um modo de se fazer uma pinhole utilizando câmeras normais. Já tive oportunidade de ver as fotos com uma 10D, mas os resultados não eram bons. Ainda tem o risco de sujar o sensor. Existe outro método de se fazer sem retirar a objetiva, mas o resultado parece que fica pior ainda

Começando a fotografar???

•junho 3, 2009 • 1 Comentário

7 lições

—-LIÇÃO 1—-
Conseguimos ver tudo no mundo porque tudo reflete luz* – isso já aprendemos lá no ensino fundamental. E é graças à esse princípio que a fotografia existe!

Toda vez que vamos fotografar uma certa quantidade de luz, de acordo com o que tem lá fora, passa pela lente e chega no sensor ou filme. Cada pedacinho de luz contém um pouco de informção: é a luz refletida dos objetos que está indo até o nosso olho e, também, até a nossa câmera.

Para nossa câmera criar as imagens estáticas que chamamos de “fotografia” uma certa quantidade de luz deve passar pelas lentes por um tempinho para que possamos reproduzir um momento.

Essa luz não pode ser demais ou nossa foto ficará superexposta. Ou seja, ela ficará clara demais!

Essa luz também não pode ser de menos ou nossa foto ficará subexposta. Ou seja, ela ficará escura demais!

Aposto que você já lidou com situações em que as fotos ficaram muito claras ou muito escuras, certo? Às vezes usamos isso à nosso favor como um efeito. Mas a princípio buscamos fotos com uma exposição balanceada.

A exposição é baseada em três fatores: abertura do diafragma + velocidade do obturador + ISO

Esses três fatores serão explicados mais adiante. São eles que controlam a luz que será transformada em imagem.

Como expor corretamente?
As câmeras possuem mecanismos para nos dizer quando a exposição está correta. Nem sempre a câmera está certa, mas com a experiência podemos nos basear no que ela nos diz para expor exatamente do jeito que queremos as diferentes situações!

Ao olhar no visor da câmera conseguimos ver uma régua de exposição. Ela nos conta como está a exposição da nossa imagem com a quantidade de luz que está entrando pelas lentes!

Como essa régua funciona ou se parece depende um pouquinho da sua câmera, mas basicamente ela é assim:

Este pequeno retângulo embaixo mostra a exposição atual da sua imagem! Se ele estiver bem no meio é porque a sua câmera considera que a cena está bem exposta. Neste caso pode bater a foto pois a quantidade exata de luz vai entrar para que criar uma imagem bem exposta.

Se o retângulo estiver mais para a esquerda sua cena está subexposta e se estiver mais para a direita, superexposta.

Subexposição:

Uma foto está subexposta quando uma quantidade insuficiente de luz entrou na câmera pelas lentes. Quando isso acontece vários pontos da imagem ficam pretos: sem informação nenhuma de cor ou luminosidade.

Superexposição:

Uma foto está superexposta quando muita luz entrou na câmera. Quando isso acontece vários pontos da imagem ficam “estourados”: brancos e sem informação nenhuma de cor ou luminosidade.

Modo de medição de exposição
Se sua câmera possuir a configuração do modo de medição de exposição (ou metering mode) é interessante saber como configurá-lo. Existem vários metering modes que ajudam a câmera a saber melhor quando a imagem está bem exposta.

Em situações em que o fundo está muito claro (por exemplo: um fundo branco ou com uma luz direta) é importante configurar sua câmera para expor somente o que está no “meio” do visor. Assim ela desconsidera a parte muito clara (ou muito escura) e você tem uma exposição mais correta. De qualquer forma dê uma olhada no seu manual para maiores detalhes!

* Obs.: as formas como cada coisa reflete a luz diferem entre si, por isso conseguimos ver os diferentes objetos e cores. Nosso olho e a câmera trabalham de forma parecida – absorvendo o espectro de cores e luminosidade de tudo que está a nossa volta! A cor preta, por exemplo, absorve toda a luz, enquanto a cor branca reflete toda a luz.

—-LIÇÃO 2—-
A primeira configuração que vamos ver para o controle da quantidade de luz que entra na nossa câmera (exposição) é a abertura do diafragma.
O diafragma fica na sua lente e se parece com isso:

É simples: quanto maior for a abertura que você configurar mais luz entrará pela lente! Quanto menor for esse valor, menos luz entrará.

Quando você está em uma situação de baixa luminosidade a tendência é usar uma abertura maior, para que o máximo de luz possa entrar, e vice-e-versa.

E como eu configuro a abertura?
A abertura do diafragma é medida em um valor “f”. Quando menor esse valor mais aberto está o diafragma. Cada valor de “f” tem o dobro de área do próximo valor.

Procure no manual da sua câmera a forma de alterar a abertura na hora de tirar as fotos.

Lentes e abertura
Lembre-se: cada lente tem seu diafragma e um limite de abertura. Algumas lentes conseguem um valor de f1.4 (bem aberta!) até f22 e outras conseguem um valor de f5.6 até f16. Pense nisso na hora de comprar suas lentes: dependendo do tipo de fotografia que você pretende fazer é importante ter uma lente que tenha uma abertura bem ampla para que entre mais luz.

A abertura e suas consequências
O uso de diferentes aberturas não só controla a passagem de luz como tem como consequência alguns fatores como menor profundidade de campo e aberrações, dependendo da lente. O principal fator criativo que devemos observar é a profundidade de campo.

Nas próximas lições você aprenderá mais sobre a profundidade de campo, mas a princípio já vai lembrando: quando você usa uma abertura maior (valor f mais baixo) a profundidade de campo diminui, quando você usa uma abertura menor (valor f mais alto) a profundidade de campo aumenta.

—-LIÇÃO 3—-
Viu só como a parte técnica da fotografia é fácil? A velocidade é super simples de entender: quando mais tempo você deixar o diafragma aberto mais luz vai entrar e expor o sensor ou o filme. Se você deixa menos tempo, menos luz entra.

Como a velocidade de exposição normalmente está em frações de segundo a maioria das câmeras mostra somente a parte de baixo da fração.

Ou seja: se estou deixando meu sensor ser exposto à luz durante 1/100s a minha câmera vai mostrar “100”. Quando passamos a lidar com exposições mais longas, de 1 segundo ou mais, a câmera mostra 1’, 2’, 3’ e assim por diante.

A velocidade e suas consequências
Assim como a abertura, a velocidade controla a quantidade de luz que chega no sensor – sempre com consequências que usamos de forma criativa. Algumas delas são:

Congelamento

Quando usamos uma velocidade alta conseguimos captar objetos que estão se movimentando como se estivessem parados.

1/250 – Com uma velocidade alta conseguimos ver a água da cachoeira detalhadamente
Movimento

Quando usamos uma velocidade baixa tudo que está em movimento começa a ficar embaçado. Assim conseguimos ter essa impressão de movimento da cena.

—-LIÇÃO 4—-
O último fator que controla a luz de cada exposição é a sensibilidade chamada de “ISO”. Você também vai escutar alguns chamarem de “ASA”, embora seja uma nomenclatura mais abandonada.

Quanto maior o valor ISO mais sensível será o sensor ou o filme. No geral, quando temos uma situação de bastante luz deixamos o valor ISO mais baixo para que a foto não fique superexposta. Quanto temos pouca luz deixamos o valor de ISO mais alto para que a foto não fique subexposta.

Os valores de ISO variam muito de câmera para câmera. Você vai encontrar valores de 80 a 3200 e muitos outros além (também chamados de “alta sensibilidade”).

O ISO e suas consequências
Mais uma vez a mudança desse valores não afeta somente a exposição: no caso do ISO quanto maior o valor de sensibilidade mais ruído será encontrado no resultado final.

O ruído é uma aberração que deixa a imagem com “pontilhados” de iluminação e cores – deixando a imagem menos nítida.

—-LIÇÃO 5—-
Lembra que no começo contei que a luz bate em tudo que está por aí e reflete nos nossos olhos e na câmera? Então: o balanço de branco existe porque existem vários tipos de luz por aí. E dependendo da luz que bate na nossa cena as cores podem ficar diferentes. Isso acontece porque cada tipo de luz tem uma temperatura de cor.

Ok, vamos por partes: às vezes fotografamos com a luz do sol. Às vezes fotografamos com uma luz artificial como o flash ou uma lâmpada. Nosso olho é muito esperto então conseguimos ver as cores corretamente em qualquer situação, mas as câmeras nem sempre são tão espertas então precisamos contar para ela qual luz estamos usando para que ela a interprete da forma correta. Assim o vermelho vai continuar vermelho e o azul vai continuar azul e – como é de se imaginar – o branco continuará branco.

Temperatura de cor
A diferença entre uma luz e outra é a temperatura de cor – medida normalmente em Kelvins.

Todo mundo já tirou uma foto iluminada por lâmpada que ficou amarelada. Isso acontece porque a câmera não estava preparada para a temperatura de cor dessa luz.

Procure no seu manual a forma de mudar o Balanço de Branco na sua câmera: normalmente você encontra todas as opções que você precisa: luz do sol, sombra, tungstênio (aquela lâmpada antiga que gasta mais energia), lâmpada fria, tempo nublado, luz de flash, entre outros.

Também é possível medir manualmente a temperatura de cor. Mas primeiro use os ajustes automáticos para depois procurar fazer isso.

—-LIÇÃO 6—-
Foco
Todo mundo conhece o foco. Quando tiramos uma foto queremos que nosso destaque, no geral, esteja nítido e visível. O foco pode ser manual ou automático. Manualmente você gira o anel da sua lente. Nas lentes automáticas você pressiona o botão do obturador somente um pouco (meio-toque) e a câmera irá fazer o foco automaticamente.

Profundidade de campo
A profundidade de campo define o quanto os objetos “próximos” do objeto que você decidiu ser o foco estarão focados também.

Vamos passar a chamá-la de “DOF”, pois é mais curto. DOF vem de “Depth of field”, Profundidade de Campo em inglês.

Quando o DOF é maior quer dizer que tanto os objetos à frente do escolhido como ponto focal quanto os que estão atrás também ficarão com um bom foco.

Quando o DOF é menor os objetos à frente e atrás do objeto escolhido como ponto focal ficarão sem foco antes.

Observe a comparação para entender melhor:

Neste caso somente o tamborzinho está em foco. A profundidade de campo é menor e os objetos em volta estão desfocados.

Quando a profundidade de campo é maior os objetos em volta continuam nítidos (mas nunca tão nítidos quanto o ponto principal de foco)
Fatores que influenciam a profundidade de campo
Abertura
Quanto maior a abertura, menor o DOF – e vice-e-versa.

Proximidade com o objeto
Quanto mais próximo do objeto você estiver, menor o DOF – e vice-e-versa.

Distância focal
Quanto maior a distância focal (“zoom”), menor o DOF – e vice-e-versa. Falaremos mais sobre Distância Focal na próxima lição.

—-LIÇÃO 7—-
A distância focal é medida em mm (milímetros) e define o quanto você consegue ver a partir de uma lente. Quando maior o valor, mais “fechado” será o ângulo de visão de uma lente. Quando esse valor é menor, mais “aberto” será o ângulo de visão de uma lente.

Veja abaixo exemplos para entender melhor. Nestes exemplos o fotógrafo está sempre na mesma distância do assunto fotografado, a única coisa que muda é a lente!

fonte: http://www.dicasdefotografia.com.br/fotografia-basica/o-que-e-exposicao

Dicas para click´s noturnos.

•junho 3, 2009 • 1 Comentário

foto noturna
Tudo o que precisaremos é de uma câmera convencional ou digital que possua ajustes manuais da abertura e tempo de exposição e de um tripé ou uma pilha de livros (calma, não é para estudá-los)!

Primeiro, você deve regular a abertura da lente da câmera. A abertura é aquele valor que normalmente aparece assim: F2.6, F5.6, F11… Trata-se da abertura do diafragma na hora da captura da imagem. Quanto menor o valor maior a abertura, ou seja, mais luz entrará pela lente da câmera. Já o tempo de exposição é exibido assim: 1/400, 1/60, 15″… Esse valor representa o tempo em que o obturador ficará aberto para capturar a luz do ambiente. Por exemplo, 1/60 significa que obturador ficará aberto por apenas 0,16 segundos (1 dividido por 60). Procure por esses valores e aprenda a alterá-los em sua câmera, tenho certeza de que não terá grandes dificuldades.

Agora que já aprendeu a configurar a câmera coloque-a sobre um tripé ou sobre uma pilha de livros. Isso porque, na hora da captura da imagem a câmera não poderá se mover um milímetro sequer, senão a foto sairá tremida. Em seguida, regule a abertura para um valor baixo (F2.6, por exemplo) e aumente o tempo de exposição para 10″ ou 15″ (10 segundos ou 15 segundos, respectivamente). Está pronto! Agora é só caprichar na escolha do local a ser fotografado e ver os resultados! Caso tenha ficado escuro demais tente aumentar o tempo de exposição ou a abertura. Caso tenha ficado muito claro faça o contrário.

Futuramente postarei dicas de como fotografar um relâmpago. Enquanto isso, aproveite esse tempo para treinar o que aprendeu aqui. Acredite, é simplesmente uma questão de treino!

QUE TAL VISUALIZAR FOTOS DO GOOGLE, FLICKR E ATÉ MESMO DE SEU COMPUTADOR DE UMA MANEIRA DIFERENTE????

•junho 3, 2009 • Deixe um comentário

www.cooliris.com

“Quero mexer com a ideia de imagem como interação”

•junho 3, 2009 • Deixe um comentário

http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/multi/2009/04/24/04023760E4B90346.jhtm

Entrevistas fotografia digital

•maio 29, 2009 • Deixe um comentário
 
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